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Quanta Terra Grande Reserva Branco 2017

Palha claro. Nariz altivo. Primeiro, as notas de barrica, tosta e alguns aromas lácteos. Depois, as ervas aromáticas, lemongrass e fruta madura. Estruturado, com peso evidente, notas fumadas, tosta, citrinos e acidez a acompanhar toda a prova. um branco de inverno.

23,50 €
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Ref. QUAB137501


EAN
5605686201717

Capacidade
0,75l

Teor d'alcool
13º

Produtor
Quanta Terra

Pais de origem
Portugal

Região
Douro

Tipo de produto
Vinho de Mesa Branco

Saúde
Contém Sulfites

Castas
Vinificação :Uvas provenientes do planalto de Alijó, onde o solo é granítico, a vindimada foi feita manualmente e estagiaram cerca de 12 meses em barrricas de 500 litros de carvalho francês.

Descrição

Vinificação :Uvas provenientes do planalto de Alijó, onde o solo é granítico, a vindimada foi feita manualmente e estagiaram cerca de 12 meses em barrricas de 500 litros de carvalho francês.

Sugestão Gastronómica: Para vinhos com a frescura, acidez e aromas próprios, associados ao estágio em barricas, nada melhor do que peixes gordo como salmão fumado e bacalhau nas suas 1001 maneiras. Para os fãs da cozinha internacional, acompanhe o seu vinho de eleição com um belo risotto.

Informação Complementar

Produtor | Quanta Terra: É no início dos anos 80 do século passado que se inicia a história das Caves Transmontanas. João Carvalho Maia, um apaixonado produtor de vinhos da região do Douro, viajou até à longínqua Napa Valley para melhor se inteirar dos métodos de produção usados nesta histórica região vinícola dos Estados Unidos. Durante a visita, trabalhou nas vindimas da Schramsberg Vineyards, empresa que construiu a partir de Napa Valley uma ampla estrutura dedicada à criação e desenvolvimento de vinhos espumantes de qualidade, de acordo com a mais rigorosa tradição da região de Champagne. Terminadas as vindimas, o produtor duriense convidou o proprietário Jack Davies, a visitar Portugal para conhecer as potencialidades da região do Douro, de forma a trocar experiências que se viriam a tornar enriquecedoras. Jack Davies passou férias no majestoso cenário de vinhas e vinhedos transmontanos e no imediato percebeu que no Douroexistiam condições propícias à produção de vinho para lá do tradicional Porto. Voltou no ano seguinte, já acompanhado pelos técnicos da sua empresa para realizar micro-vinificações e escolher, de entre três regiões produtoras de vinho (Vinhos Verdes, Bairrada e Douro), qual seria a mais indicada para a criação e desenvolvimento de vinhos espumantes de qualidade a partir das suas castas tradicionais. Durante mais de três anos foram repetidos vários procedimentos técnicos, até que foi encontrada a zona ideal para a produção de espumante: a escolha recaiu em Cimo Corgo, no Douro, uma zona com uma altitude superior a 550 metros. Deste modo, em Junho de 1989 nascem as Caves Transmontanas.